Embora claramente filtrada por uma linguagem escultórica minimalista, a obra de Terence Koh ressuscita ideias pré-modernas de ritual e performance interiores aos próprios objetos, barrocos no conteúdo e eventualmente na forma, nos quais os diversos componentes sugerem representações no tempo. Os pós-minimalistas buscaram retomar a presença, os processos e a temporalidade humanas em suas obras, mas Koh o faz por meio da sugestão de um tempo narrativo mais amplo, um tempo que é ativado pela presença do espectador, pela cumplicidade com a própria obra.