Os terreiros, seis espaços de convívio da 29a Bienal, são pausas na mostra, com vocações artísticas diferentes. Para compreendê-los, por meio de um viés processual, os artistas, que os conceberam, apresentam suas referências, seus percursos de criação e o entendimento e interpretação da proposta inicial.
Veja as entrevistas:
A pele do invisívelO outro, o mesmoEu sou a ruaDito, não dito, interditoLonge daqui, aqui mesmo