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A ronda da morte

A performance que acompanha a abertura da exposição de Deana Lawson, no Pavilhão da Bienal, é uma obra jamais realizada de Hélio Oiticica, A ronda da morte. Concebida em 1979, ao retornar ao Brasil após cerca de 10 anos entre Londres e Nova York, é uma resposta poética e simbólica ao otimismo da sociedade brasileira pelo declínio da ditadura, otimismo do qual o artista não compartilhava, por entender que faltavam ainda mudanças estruturais, que trouxessem uma efetiva justiça social.