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  • Yolanda Penteado
    20 Março 2013
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    A primeira dama da Bienal em fotografias de recepções e eventos da 1ª edição (1951)

    A primeira dama da Bienal, Yolanda Penteado, é vista entre os historiadores como peça fundamental para o sucesso das primeiras Bienais. No começo da década de 1950, a esposa de Ciccillo Matarazzo viajou pelo mundo com um dossiê preparado pelo então secretário Arturo Profilli – e com o aval do presidente Getúlio Vargas, que pediu a todas as embaixadas que a recebessem devidamente – com a missão de convencer os países a participarem do novo evento. Yolanda foi, tal como nas palavras de Aracy Amaral, "a embaixadora cultural do Brasil".

    As fotografias abaixo evocam o glamour da década de 1950, com a participação de Yolanda em recepções e eventos ocorridos durante a 1ª Bienal de São Paulo (1951).

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    Yolanda Penteado (à direita) na inauguração da 1ª Bienal (1951) ©Peter Scheier
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    Ciccillo Matarazzo (à esquerda), Yolanda Penteado e Darcy Vargas (ao centro) em recepção no Jockey Clube de São Paulo durante a 1ª Bienal (1951). Fotógrafo não identificado
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    Darcy Vargas e Yolanda Penteado (ao centro) rodeadas de artistas como Tarsila do Amaral (à esquerda) e Aldemir Martins (à direita) em recepção no Jockey Clube de São Paulo durante a 1ª Bienal (1951) ©Cav. Giov. Strazza
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    Yolanda Penteado recebe convidados em sua casa durante a 1ª Bienal (1951)Fotógrafo não identificado
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    Yolanda Penteado recebe convidados em sua casa durante a 1ª Bienal (1951)Fotógrafo não identificado
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    Yolanda Penteado recebe convidados em sua casa durante a 1ª Bienal (1951)Fotógrafo não identificado
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    Yolanda Penteado (ao centro) entre os convidados da inauguração da 1ª Bienal (1951). Fotógrafo não identificado
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    O casal Yolanda Penteado e Ciccillo Matarazzo (à direita) e Arturo Profilli (à esquerda) na 1ª Bienal (1951) ©Cav. Giov. Strazza
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    Yolanda Penteado, Darcy Vargas, Carmelita Leme Garcez (à frente) e Lourival Gomes Machado (ao fundo) na inauguração da 1ª Bienal (1951) ©Peter Scheier
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    O governador de São Paulo Lucas Nogueira Garcez e esposa Carmelita Leme Garcez com Yolanda Penteado na 1ª Bienal (1951). Fotógrafo não identificado
    Fernanda Curi Fernanda Araujo Curi é Arquiteta e Urbanista, Mestre em Museologia. Atualmente desenvolve a pesquisa "Parque Ibirapuera - 60 anos (1954-2014) Símbolo urbano, metáfora da urbanidade" no programa de Pós Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU USP e trabalha como Pesquisadora no Arquivo Wanda Svevo da Fundação Bienal de São Paulo.