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Cartaz da 33ª Bienal
<p><span>O cartaz da 33ª Bienal de São Paulo foi projetado por Raul Loureiro, </span><span>que utilizou suas afinidades como motivos gráficos para a comunicação visual da mostra. É constituído da reprodução da obra</span><i><span>Formas expressivas</span></i><span> (1932), de Hans (Jean) Arp, uma pintura com madeira em relevo, acompanhada por elementos tipográficos. A identidade visual adota a família tipográfica Helvetica, que prioriza a clareza e a neutralidade de significados, e enfatiza o número 33 como elemento de sua concepção.</span></p>

© Arp, Jean / AUTVIS, Brasil, 2017. Formas expressivas (1932). Coleção MAC-USP. Reprodução: Eduardo Ortega / Fundação Bienal de São Paulo

"O cartaz da 33ª Bienal de São Paulo foi projetado por Raul Loureiro, que utilizou suas afinidades como motivos gráficos para a comunicação visual da mostra. É constituído da reprodução da obraFormas expressivas (1932), de Hans (Jean) Arp, uma pintura com madeira em relevo, acompanhada por elementos tipográficos. A identidade visual adota a família tipográfica Helvetica, que prioriza a clareza e a neutralidade de significados, e enfatiza o número 33 como elemento de sua concepção".

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Tarefa a cargo do cartunista Ziraldo e homenagem da Bienal ao mesmo, que, por sua vez, não cobrou pela obra, o cartaz da mostra Terra de Ninguém fez alusão aos mapeamentos geográficos propostos pela curadoria de Alfons Hug. Tendo em conta a diversidade e miscigenação brasileiras, a peça apresenta uma variedade dos 143 tons diferentes de pele existentes no país.

Autoria: Ziraldo