Autoria: Alexandre Wollner
"Este é o primeiro cartaz no qual a linguagem gráfica ganha autonomia em relação à pintura. É uma situação oposta à da primeira Bienal: lá, o autor era um artista construtivo e também um designer bissexto; aqui, o autor é um designer e também um artista construtivo bissexto. As formas sucedem-se em progressão matemática - a diagonal de cada quadrado configurado pelos pares de triângulos tem a mesma medida do lado do quadrado seguinte -, enquanto os textos são cuidadosamente diagramados de modo que o cartaz inteiro obedeça a um único princípio compositivo". Bienal 50 Anos, 1951-2001, 2001, p.294