Autoria: Dersio Bassani
"O universo próprio da linguagem gráfica retorna à cena, e o tema é novamente o numeral, já tratado nos cartazes da quinta e da sexta Bienais, e que seria novamente tematizado anos mais tarde. Neste caso, é investigado o limite da legibilidade do número oito em função do enquadramento, e não em função da definição da imagem, como no cartaz da sexta Bienal. As cores são os mesmos azul e verde adotados por Aloísio Magalhães no símbolo da instituição, que havia sido projetado e implantado em 1963". Bienal 50 Anos, 1951-2001, 2001, p.294