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10 Dezembro 2014
31ª Bienal chega ao fim com 472 mil visitantes
Com curadoria conjunta de Charles Esche, Galit Eilat, Nuria Enguita Mayo, Pablo Lafuente, Oren Sagiv (curadores), Benjamin Seroussi e Luiza Proença (curadores associados), a exposição reuniu 81 projetos e mais de 100 participantes.

A 31ª Bienal de São Paulo – Como [...] coisas que não existem chegou ao fim neste último domingo (07/12) com público aproximado de 472 mil visitantes. Com curadoria conjunta de Charles Esche, Galit Eilat, Nuria Enguita Mayo, Pablo Lafuente, Oren Sagiv (curadores), Benjamin Seroussi e Luiza Proença (curadores associados), a exposição reuniu 81 projetos e mais de 100 participantes, totalizando cerca de 250 trabalhos.

Audaciosa, a mostra firmou-se como uma exposição em consonância com os desafios artísticos e sociais da atualidade, configurando-se como uma jornada por temas centrais da vida contemporânea: identidade, ecologia, sexualidade e conflito.

Ao longo dos três meses de funcionamento da exposição, o educativo permanente da Fundação Bienal realizou mais de 4.300 ações na programação da exposição, incluindo-se aí visitas, palestras, encontros, ateliês, seminários, performances e saraus.  Ao longo do ano, também foram promovidos 325  Encontros de Formação em arte contemporânea para professores e educadores sociais que mobilizaram mais de 27.700 inscritos, gerando mais de 7.400 horas em ações ofertadas para o público.

Realizado em três módulos – em janeiro, maio e novembro – o workshop “Ferramentas para organização cultural” foi concebido pela equipe curatorial da 31ª Bienal e oferecido a 16 jovens curadores e agentes culturais selecionados entre mais de 300 inscritos. A grande procura e o sucesso da iniciativa despertaram o desejo, por parte da Fundação da Bienal, de transformar o workshop curatorial em um programa permanente, a ser desenvolvido e oferecido a cada nova edição da mostra.

Itinerâncias

Dando continuidade ao programa de itinerâncias realizado desde a 29ª Bienal, a 31ª edição – “Como [...] coisas que não existem” terá  recortes exibidos em seis cidades brasileiras entre fevereiro e agosto de 2015. As exposições serão realizadas em conjunto com instituições parceiras em cada cidade: Faap  (Ribeirão Preto e São José dos Campos), Sesc-SP (São José do Rio Preto e Campinas) e Museu de Arte Murilo Mendes (Juiz de Fora).

No segundo semestre, um recorte importante será apresentado no Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto, Portugal), na primeira itinerância internacional da Bienal de São Paulo desde a criação do programa, em 2011.

imagem: Público visita obra de Nilbar Gures na 31ª Bienal, foto por Sofia Colucci / Fundação Bienal de São Paulo

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