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17 Julho 2015
Conheça os curadores da próxima edição
Os curadores Júlia Rebouças, Jochen Volz, Gabi Ngcobo, Lars Bang Larsen e Sofía Olascoaga
Os curadores Júlia Rebouças, Jochen Volz, Gabi Ngcobo, Lars Bang Larsen e Sofía Olascoaga ©Sofia Colucci / Fundação Bienal de São Paulo
Junto a Jochen Volz, equipe composta por Gabi Ngcobo, Júlia Rebouças, Lars Bang Larsen e Sofía Olascoaga responde pela curadoria da 32ª Bienal. Abertura em 7 de setembro de 2016.

Jochen Volz
Curador

Jochen Volz é curador da 32ª Bienal de São Paulo. Desde 2012 foi Diretor de Programação da Serpentine Galleries em Londres e é curador do Instituto Inhotim, Minas Gerais, desde 2004, onde atuou como Diretor Geral entre 2005 e 2007 e Diretor Artístico entre 2007 e 2012. No Inhotim foi cocurador de uma série de projetos site-specific de arte e arquitetura em grande escala, incluindo artistas como Adriana Varejão, Dominique Gonzalez-Foerster, Doris Salcedo, Doug Aitken, Hélio Oiticica, Matthew Barney e Rirkrit Tiravanija, bem como de inúmeras mostras do acervo. Em 2012, organizou apresentações permanentes das obras de Lygia Pape e Tunga, entre outros. Além disso, contribuiu para muitas exposições em escala internacional, como Planos de fuga, Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo (2012), Olafur Eliasson – Your Body of Work, como parte do 17º Festival Internacional de Arte Contemporânea – sesc_Videobrasil em São Paulo (2011), The Spiral and the Square no Bonniers Konsthall, Estocolmo (2011), a Trienal de Aichi em Nagoya (2010) e a apresentação de Cinthia Marcelle na Bienal de Lyon (2007). Em 2009, ele organizou a Fare Mondi / Making Worlds, a seção internacional da 53ª Bienal Internacional de Veneza, juntamente com Daniel Birnbaum. Em 2006, foi curador convidado da 27a Bienal de São Paulo para um projeto de exposição especial em homenagem a Marcel Broodthaers com Juan Araujo, Mabe Bethônico, Marcel Broodthaers, Marilá Dardot, Tacita Dean, Meschac Gaba, Goshka Macuga, Rirkrit Tiravanija, Haegue Yang. Entre 2001 e 2004, foi curador da Portikus Frankfurt am Main, onde organizou exposições individuais com Cildo Meireles, Dominique Gonzalez-Foerster, Gilbert & George, Janet Cardiff, Jason Rhoades, Philippe Parreno, Rirkrit Tiravanija, Rivane Neuenschwander e Simon Starling, entre outros. Editou uma série de publicações, como Gasthof 2002 Städelschule Frankfurt/M. (Frankfurt 2003) Why not Play the Dice? (Frankfurt 2003), Turbulenz-Portikus Projekte 2001-2004 (Frankfurt 2004), Fare Mondi / Making Worlds (Veneza 2009), Olafur Eliasson – Your Body of Work (São Paulo 2011), entre outros. Como crítico, escreve para revistas e catálogos e é editor colaborador da Frieze.




Gabi Ngcobo
Cocuradora


Gabi Ngcobo é artista, curadora independente e professora residente em Joanesburgo. Entre seus projetos em colaboração e individuais, encontram-se: Second to None (2005) na Iziko South African National Gallery, Olvida quen soy / Erase me from Who I Am (2005) no caam, Ilhas Canárias, Las Palmas, cape07 em diversos locais na Cidade do Cabo, Titled/Untitled (2008), uma colaboração curatorial com o coletivo Gugulective, estabelecido na Cidade do Cabo, e Scratching the Surface Vol. 1 (2008) na Galeria ava, Cidade do Cabo. Ngcobo foi cocuradora de Rope-a-Dope: To Win a Losing War (2010) no Cabinet, Second Coming, a curatorial collaboration no Center for Curatorial Studies, Bard College, e Just How Cold Was It? no 6-8 Months, um espaço de projetos, todos em Nova York. Foi curadora de don't/panic (2011), projeto que coincidiu com a 17ª Reunião de Cúpula da onu sobre Mudança Climática (cop17) em Durban, África do Sul. Foi a primeira bolsista curatorial pool, e sua exposição some a little sooner, some a little later  foi realizada no espaço pool/luma Westbau em Zurique, em 2013. Como cofundadora do Center for Historical Reenactments (chr), projeto independente sediado em Joanesburgo, Ngcobo foi curadora de pass-ages: references & footnotes no antigo Pass Office em Joanesburgo e contribuiu para um projeto de dois anos de duração, Xenoglossia, a research project, que culminou no After-after Tears em Nova York e Xenoglossia, the Exhibition, em Joanesburgo. Ngcobo é membro do corpo docente da Escola de Artes da Universidade de Wits, em Joanesburgo. É formada pelo Centro de Estudos Curatoriais do Bard College, Nova York.




Júlia Rebouças 
Cocuradora

Júlia Rebouças é curadora, pesquisadora e crítica de arte. De 2007 a 2015 trabalhou na curadoria do Instituto Inhotim. Desde 2012 colabora com a Associação Cultural Videobrasil, integrando a comissão curadora dos 18º e 19º Festivais Internacionais de Arte Contemporânea sesc_Videobrasil, em São Paulo. Foi curadora adjunta da 9ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, mostra intitulada Se o clima for favorável, de 13 de setembro a 9 de dezembro de 2013. Realiza diversos projetos curatoriais independentes, dentre os quais destacamos a exposição Zona de instabilidade, com obras da artista Lais Myrrha, na Caixa Cultural Sé, São Paulo, em 2013, e na Caixa Cultural Brasília, em 2014. Integrou o corpo de jurados do concurso que selecionou o projeto arquitetônico e curatorial do Pavilhão do Brasil na Expo Milano 2015, concurso realizado em janeiro de 2014, em Brasília. Escreve textos para catálogos de exposições, livros de artista e colabora com revistas de arte. Em 2014, participou da comissão curatorial do livro Outras fotografias na Arte Brasileira Séc. XXI, editora Cobogó. Em 2013, editou o livro Nenhuma luz, sobre a produção de Cristiano Lenhardt, publicado pela Fundarpe. Atualmente, trabalha na edição de livro sobre a obra de Sônia Gomes. Em 2010, foi professora no curso Arte contemporânea: crítica e curadoria, numa parceria do Instituto Inhotim com a PUC-Minas. É mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais, e doutoranda no mesmo programa, sob orientação da Profa. Dra. Maria Angelica Melendi. A sua tese discute a atuação do crítico e curador Frederico Morais, durante os anos 1960 e 1970 no Brasil. Júlia nasceu em 1984, em Aracaju-SE, e estudou Comunicação Social na Universidade Federal de Pernambuco.




Lars Bang Larsen
Cocurador

Escritor, curador e historiador da arte, Lars Bang Larsen reside em Copenhague. É professeur invité na Haute École d’Art et de Design em Genebra, e bolsista de pós-doutorado na Universidade de Copenhague, Depto. de Artes e Estudos Culturais, onde obteve seu PhD em conceitos psicodélicos na arte neo-vanguardista. Como curador Lars organizou exposições como A History of Irritated Material (Raven Row, Londres, 2010), The Society Without Qualities  (Tensta Konsthall, Estocolmo, 2013), e Reflections from Damaged Life (Raven Row, Londres, 2013). Entre as mostras de que foi cocurador, destacam-se Populism (Stedelijk Museum, Frankfurter Kunstverein e outras instituições, 2005) e La insurrección invisible de un millón de mentes (Sala Rekalde, Bilbao 2005). Lars foi também o curador da participação dinamarquesa na 26ª Bienal de São Paulo, 2004. Entre seus livros se destacam The Model: Palle Nielsen’s ‘A Model for a Qualitative Society’ (1968), publicado pelo MACBA, 2010; Networks (MIT Press / Whitechapel 2014); e The Phantom of Liberty. Investigations in the Pedagogical Paradox (co-editado com Tone Hansen, Sternberg Press, 2014). Títulos a serem publicados em 2015 são: Ensayos seleccionados (título provisório) pela Cruce Casa Editores, Buenos Aires, e a antologia Art and Psychedelia, a ser publicada pela Afterall e Koenig Books.




Sofía Olascoaga
Cocuradora


Sofia Olascoaga trabalha na interseção entre arte e educação ativando espaços para o pensamento crítico e a ação coletiva. Olascoaga é atualmente curadora acadêmica no MUAC (Museo Universitario de Arte Contemporáneo – UNAM) na Cidade do México, onde coordena o Campus Expandido, um programa acadêmico de teoria crítica que ocorre no museu. Olascoaga foi a primeira Bolsista Curatorial de Pesquisa na Independent Curators International (2011) e foi Bolsista Curatorial Helena Rubinstein no programa Independent Studio do Museu Whitney de Arte Americana (2010). Obteve com louvor seu BFA [Bacharelado em Belas Artes] na Escola Nacional de Belas Artes La Esmeralda (Cidade do México). O trabalho de Olascoaga envolve a concepção experimental de grupos de peritos, juntamente com artistas, teóricos, curadores e educadores, e com uma diversidade de espaços institucionais e independentes. Em 2012, ela foi Diretora de Workshop/Clínicas para SITAC X (Simpósio Internacional de Teoria da Arte Contemporânea) na Cidade do México. De 2007 a 2010, foi Diretora de Educação e Programas Públicos no Museu de Arte Carrillo Gil na Cidade do México. Olascoaga foi curadora educacional e gerente de programas públicos para a primeira iniciativa de subvenção do Programa Bancomer-MACG para Jovens Artistas em 2008-2010, criado pelo Museu de Arte Carrillo Gil e Fundação Bancomer. Colaborou com laboratórios internacionais para programas públicos na Bienal de Liverpool, Cittadellarte, Bienal do Mercosul, Art21 Inc e no MOMA, Nova York, Festival Steirischer Herbst na Áustria, Núcleo Experimental de Educação e Arte no Rio de Janeiro, Independent Curators International em Nova York e Instituto Inhotim, entre outros. Sua pesquisa em curso, Entre a utopia e o desencanto, avalia criticamente a tensão produtiva entre a utopia e o fracasso de modelos de comunidade intencional desenvolvidos no México em décadas passadas, abordando as ideias levantadas por Ivan Illich no Centro Intercultural de Documentación (CIDOC), e o papel influente que esse modelo desempenhou na prática de muitos pensadores e artistas mexicanos e internacionais. Para esse projeto, Olascoaga recebeu recursos do CDA-Projects Grant para Pesquisa e Produção Artística de 2012, da CIFO Artistic Production Grant e do Fundo Nacional das Artes do México.

fotos: ©Sofia Colucci / Fundação Bienal de São Paulo

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