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02 Abril 2016
Fundação Bienal apresenta suas Ações de Difusão para 2016
Laboratórios, encontros, palestras e grupos de trabalho colaborativo aproximam a Bienal dos seus públicos no ano de sua 32ª edição

A partir dos debates sobre arte contemporânea em torno da 32ª Bienal de São Paulo - Incerteza Viva, assim como da história das bienais, a Fundação Bienal de São Paulo prevê uma série de ações de difusão em 2016. Serão propostas discussões e atividades que reúnem professores, educadores, estudantes e profissionais de diferentes áreas para pensar a arte contemporânea de forma coletiva. O programa de ações enfoca os conteúdos e obras de artistas que integrarão a 32ª edição da Bienal, além de atividades em torno do Arquivo Histórico Wanda Svevo - o Arquivo Bienal, aproximando a preservação da memória da Fundação de seus diversos públicos.

 

Pesquisa e Laboratórios  

Apresentação do Encontro Aberto "Conversa Sobre as Bienais de São Paulo" do Projeto Acervos do Arquivo Histórico Wanda Svevo. ©Pedro Ivo Trasferetti / Fundação Bienal de São Paulo

Os eventos pontuais ou ações continuadas requerem inscrição prévia para participação e são realizados em parceria com instituições, museus ou sediados no próprio Pavilhão da Bienal. Instituições ou organizações interessadas em realizar parcerias e levar as ações de difusão para seus públicos, favor entrar em contato via difusao@bienal.org.br

Para aprimorar as ações desenvolvidas para estudantes, pesquisadores e jovens interessados em se aproximar da arte contemporânea, a Fundação Bienal vem desenvolvendo Ações de Pesquisa e Colaboração. A partir da documentação preservada em seu arquivo histórico (Arquivo Histórico Wanda Svevo), os eventos têm o objetivo de compartilhar a história da Bienal , estabelecer parcerias com universidades que possuam projetos com interesses coincidentes, assim como apresentar os processos desenvolvidos no projeto de preservação e tratamento integrado do acervo iniciado em 2015. A primeira ação da série, Encontro Aberto - Conversa sobre as Bienais de São Paulo, reuniu 100 pessoas no Pavilhão da Bienal no mês de março.


Registro de atividade realizada por Celina Gusmão como parte do workshop para elaboração do material educativo da 32ª Bienal, e que integra o relato no texto "O corpo que desenha, o corpo que desenho" publicado no livro “Incerteza Viva – Processos artísticos e pedagógicos na 32ª Bienal de São Paulo”. © Celina Gusmão

A publicação educativa Incerteza Viva - Processos Artísticos e Pedagógicos, material educativo da 32ª Bienal de São Paulo desenvolvido a partir de workshop colaborativo, norteará o trabalho pedagógico ao longo de encontros durante o ano e visitas à exposição. Com dez mil exemplares e organizada pelo curador da 32ª Bienal Jochen Volz e pela educadora e escritora Valquíria Prates, a publicação agrupa relatos reflexivos de professores, textos sobre artistas e ensaios de autores convidados, entre eles Rodrigo Nunes, Virginia Kastrup, Milene Rodrigues Martins e Mia Couto. O mês de abril inaugura os Laboratórios com Professores e Educadores, encontros sobre arte com base nos conteúdos da publicação que se estendem até agosto. Serão mais de 30 encontros em parceria com instituições configurados em palestras ou grupos de trabalho.

  

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